ENTENDA O QUE É RESÍDUO ESPECIAL E COMO DEVE SER DESCARTADO

Para evitar o descarte incorreto dos Resíduos Especiais, é preciso que os estabelecimentos informem as pessoas sobre a importância da separação desses materiais

Resultante da construção civil e de alguns tipos de atividades industriais, o resíduo especial é composto por itens como restos de demolições, pilhas, baterias e embalagens de agrotóxicos ou veneno. Esses resíduos são considerados especiais porque, ao serem descartados, precisam receber tratamento, manipulação e transporte específico.

Só no Brasil, por exemplo, são produzidos em torno de 800 milhões de pilhas por ano. É preciso, portanto, garantir um descarte adequado para todo esse lixo. De acordo com a lei de número 12.305, o Governo Brasileiro não é responsável pelo descarte de objetos que não podem se juntar com o lixo orgânico. Esta responsabilidade ficou para a indústria fabricante.

Apesar disso, é importante que o consumidor também ajude neste processo, garantindo o material usado seja devidamente coletado e encaminhado à destinação mais apropriada. No entanto, não é bem esse o caminho pelo qual o lixo especial percorre: a população não tem o hábito de devolver lâmpadas, baterias e pilhas aos estabelecimentos de origem.

Em Porto Alegre, por exemplo, estima-se que um supermercado que vende mensalmente 100 baterias, 6 mil lâmpadas e 10 mil pilhas, somente 10% dessa quantidade é devolvida pela população aos postos de recolhimento. Para a Associação Gaúcha dos Supermercados (Agas), a falta de divulgação sobre o que fazer com esses produtos é um dos principais fatores que fazem com que uma grande quantidade de lixo especial seja destinada incorretamente.

Segundo a instituição, os números são irrisórios e refletem a falta de conscientização por parte das empresas em explicar ao consumidor o porquê desses produtos serem corretamente descartados e quais as consequências disto para o meio ambiente e para a saúde do homem.

Impactos do descarte irregular no meio ambiente

Mesmo quando já foram usadas e não têm mais serventia, lâmpadas, baterias e pilhas ainda possuem compostos químicos que são capazes de poluir o solo e contaminar lençóis freáticos. É o caso, por exemplo, das lâmpadas fluorescentes — que possuem metais perigosos como o mercúrio, cádmio e chumbo. O mesmo pode ocorrer com baterias e pilhas, que vazam facilmente após um tempo de uso e conforme a sua própria degradação.

Por isso, é imprescindível que supermercados informem a seus clientes quanto a necessidade e importância de separarem o lixo especial do orgânico e encaminharem os materiais aos supermercados para o descarte mais apropriado e devidamente seguro.

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